Cymbi Bula – Para Que Serve? Emagrece? Efeitos Colaterais, Contraindicações, Preço!

A depressão é um problema sério e que deve ser tratado com muito cuidado a fim de que se obtenha sucesso. Por isso existe Cymbi e se você quer saber mais sobre esse medicamento, continue lendo e descubra tudo o que você precisa saber sobre ele!

Para que serve o Cymbi

Cymbi é um medicamento que serve para tratar a depressão, seno eficiente na melhora clínica em tratamento contínuo de até 6 meses. Ele também é indicado no tratamento de:

  • Dor neuropática periférica diabética
  • Transtorno depressivo maior
  • Fibromialgia em pacientes que apresentem ou não transtorno depressivo maior (TDM)
  • Dor crônica associada a dor lombar crônica
  • Dor crônica associada a dor de osteoartrite de joelho em pacientes com mais de 40 anos
  • Transtornos de ansiedade generalizada.

Como funciona o Cymbi

Essa medicação pertence à classe dos inibidores de recaptação de noradrenalina e serotonina e como antidepressivo, atua no sistema nervoso central (SNC), melhorando os sintomas depressivos, dolorosos e ansiosos.


O inicio da ação do medicamento, com administração oral, acontece 6 horas após o uso. Quando administrado juntamente com a refeição, o início começa entre 6 e 10 horas.

Cymbi serve para depressão

Composição do Cymbi

Cymbi é um medicamento de uso oral, adulto com mais de 18 anos de idade e cada cápsula de liberação retardada contém:

cloridrato de duloxetina* ………. 33,7mg

excipientes** q.s.p. ………. 1 cap dura lib. retard.

*equivalente a 30mg de duloxetina

**manitol, sacarose, amido, laurilsulfato de sódio, hipromelose, dióxido de titânio.

cloridrato de duloxetina*  ……….. 67,3mg
excipientes** q.s.p. ……. 1 cap dura lib. retard.

*equivalente a 60mg de duloxetina
**manitol, sacarose, amido, laurilsulfato de sódio, hipromelose, dióxido de titânio.

Cymbi engorda?

Isso vai depender de cada metabolismo mas a variação do peso corporal pode ser encontrada entre as reações adversas desse medicamento.

Como tomar o Cymbi

Cymbi é um medicamento de administração unicamente por via oral, independentemente das refeições e as doses recomendada pelo médico deve ser respeitada. Não deve ser mastigado, aberto ou partido.

A posologia recomenda a dose inicial de 60 mg, uma vez por dia, para os seguintes problemas: TDP (Transtorno Depressivo Maior), Dor neuropática periférica diabética, Fibromialgia, Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e à dor devido à osteoartrite de joelho, Transtorno de ansiedade generalizada.

No entanto, para alguns pacientes pode ser necessário iniciar o uso com uma dose de 30 mg, uma vez ao dia.

Já a duração do tratamento irá depender da condição a ser tratada, devendo ser individualmente analisados cada um dos casos.

Para pacientes que apresentam comprometimento da função renal, o indicado é iniciar o tratamento com uma dose de 30 mg por dia.

Já para os casos de insuficiência hepática (fígado), o tratamento deve considerar os riscos oferecidos ao paciente.

Siga sempre a orientação do médico no que diz respeito a dosagem, horários e duração do tratamento.

Para a maioria das indicações a dose diária não deve ultrapassar os 120 mg.

Cymbi depressão

Contraindicação do Cymbi

Esse medicamento não deve ser utilizado por pacientes tratados que apresentem reação de hipersensibilidade (reação alérgica) a qualquer um dos componentes de sua fórmula,

Cymbi é contraindicado também para pacientes que esteja realizando tratamento com inibidores de MAO (monoaminoxidase), tal como sulfato de tranilcipromina (Parnate) ou moclobemida (Aurorix), bem como aqueles que fizeram uso de IMAO dentro dos últimos 14 dias.

O uso desse medicamento concomitantemente com um IMAO pode levar ao aparecimento de efeitos adversos graves, inclusive com risco de vida. Depois de terminar o tratamento com Cimby, é contraindicado o uso de IMAO por até 5 dias após.

Sempre comunique ao médico caso esteja fazendo uso de algum medicamento.

Efeitos colaterais do Cymbi

Assim como qualquer remédio, o uso de Cymbi pode ocasionar o aparecimento de reações adversas em certos pacientes. No entanto, a maioria deles desaparece depois de algumas semanas.

Reações adversas muito comuns (acontece com mais de 10% dos pacientes que usam esse medicamento):

  • Boca seca
  • Náusea
  • Dor de cabeça
  • Fadiga (cansaço)
  • Tontura
  • Diminuição do apetite
  • Cefaleia (dor de cabeça)
  • Sonolência
  • Prisão de ventre (constipação)
  • Diarreia
  • Insônia

Reações adversas comuns (acontece com 1% a 10% dos pacientes que usam esse medicamento):

Palpitação, visão borrada, zumbido no ouvido, dispepsia (indigestão), perda de peso, dor abdominal, flatulência (gases), fadiga (cansaço), queda, aumento da pressão sanguínea, diminuição do apetite, rigidez muscular, dor musculoesquelética, espasmo muscular (contração involuntária do músculo), tontura, sonolência (incluindo sedação e excesso de sono), tremor, sensação de dormência sem causa aparente (parestesia), alteração do orgasmo, diminuição da libido (diminuição do desejo sexual), ansiedade, agitação, sonhos anormais, alteração da frequência urinária, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, retardo na ejaculação, dor orofaríngea (dor de garganta), bocejo, hiperidrose (suor em excesso), suores noturnos, prurido (coceira) e rubor (vermelhidão da pele),  achados laboratoriais relacionados a alterações de enzimas do fígado, letargia (sensação de lentidão de movimento e
raciocínio), tremor, disgeusia (alteração do paladar), parestesia (adormecimento ou formigamento de
partes do corpo), insônia, agitação, disúria (dor ao urinar), alteração da frequência urinária, distúrbios da
ejaculação, disfunção erétil, dor orofaríngea (dor de garganta), hiperidrose (suor em excesso), prurido
(coceira), rubor (vermelhidão da pele), calafrios, diminuição do apetite, distúrbios de atenção, ansiedade, agitação, bruxismo, distúrbios do sono, cefaleia, alteração do desejo sexual, hiperidrose, dilatação da pupila (midríase), tremor, dor ao urinar (disúria), ranger os dentes, bocejo, coceira (prurido).Backache

Reações adversas incomuns (acontece com 0,1% a 1% dos pacientes que usam esse medicamento):

Cymbi dor lombar

Taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), vertigem (falsa sensação de movimentos), dor de ouvido,
dilatação da pupila, distúrbios visuais, ressecamento dos olhos, arroto (eructação), gastroenterite
(inflamação das paredes do estômago e do intestino), hemorragia
gastrointestinal, gastrite (inflamação do estômago), sensação de frio, disfagia (dificuldade para engolir), sensação de anormalidade, sensação
de calor, sede, mal-estar, calafrio, laringite (irritação ou inflamação da laringe), achados laboratoriais
relacionados a alterações de enzimas do fígado, aumento de peso, contração muscular, distúrbio de
atenção, letargia (sensação de lentidão de movimentos e raciocínio), disgeusia (alteração do paladar),
mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos braços ou das pernas durante o sono), baixa
qualidade do sono, distúrbios do sono, bruxismo (ranger os dentes), desorientação, apatia, noctúria
(aumento da frequência urinária noturna), hesitação urinária, retenção urinária, disúria (dor ao urinar),
diminuição do fluxo urinário, dor testicular, disfunção sexual, distúrbio menstrual, reação de
fotossensibilidade, suor frio, dermatite de contato (inflamação na pele causada pelo contato com
substâncias externas), maior tendência à contusão, extremidades frias e hipotensão ortostática (redução da pressão arterial ao levantar).

Reações adversas raras (acontece com 0,1% a 1% dos pacientes que usam esse medicamento):

Hipotireoidismo (redução no funcionamento da glândula tireoide), halitose (mau hálito), estomatite (feridas na boca), distúrbio da marcha (dificuldade para andar), desidratação, aumento do colesterol sanguíneo, discinesia (movimentos involuntários),  poliúria (aumento do volume urinário), odor urinário anormal, sintomas da menopausa, constrição da orofaringe (dificuldade para engolir, engasgar), dor de ouvido, disfagia, suor frio, dermatite e contato.

Precauções

Os pacientes sob tratamento de antidepressivos deve-se realizar um monitoramento cuidadoso no que diz respeito à piora clínica, alterações de comportamento e tentativa de suicídio.

Foi observado um aumento nos níveis séricos (concentração plasmática) da duloxetina em pacientes com disfunção hepática ou renal severa e só deve ser usada se os benefícios superarem os riscos.

Também houve relato de graves elevações das enzimas do fígado, em alguns casos associado ao uso de álcool em excesso ou doença hepática persistente.

É necessário que haja um acompanhamento da pressão arterial do paciente. Pois essa substância está associada à elevação da pressão sanguínea.

Pode ocorrer hiponatremia, que nada mais é do que quando a concentração de sódio no sangue e menor do que 110 mmol/L, causando o aparecimento de sinais e sintomas específicos.

Tal como os demais inibidores seletivos ou não da recaptação da noradrenalina e serotonina, pode ocorrer um aumento no risco de sangramentos, tal como gastrointestinal. Por isso é preciso cautela na administração de duloxetina em pacientes que já fazem uso de anticoagulantes ou anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs).

Pode ocorrer o desenvolvimento de síndrome serotoninérgica decorrente do uso de inibidores seletivos de recaptação de noradrenalida e serotonina segundo estudos clínicos.

Ansiedade Cymbi

Uso na gravidez e amamentação

Esse medicamento é categoria C de risco na gravidez.

Até o momento não existem estudos bem controlados em mulheres grávidas. Por isso o seu uso só deve acontecer quando os possíveis benefícios para a mãe superem os riscos em potencial para o bebê. o recém nascido ainda pode sofrer com os sintomas de descontinuação do tratamento caso a mãe utilize o medicamento no decorrer da gravidez.

Nos estudos em animais não houve indícios de que causa má formação fetal.

O cloridrato de duloxetina é excretado através do leite materno e, como sua segurança e eficácia em crianças ainda é desconhecida, é aconselhável optar pela descontinuação da amamentação ou do tratamento, sempre considerando a importância par a mãe.

É desconhecido o efeito dessa substância sobre o trabalho de parto e também no parto de humanos e só deve ser administrada caso o benefício supere o risco.

Capacidade de operar máquinas e dirigir veículos

Os pacientes em tratamento cm Cymbi não deve realizar essas atividades até que estejam certos que suas habilidades não foram afetadas pelo uso do medicamento. Pois pode haver tontura, vômito e sedação.

Uso em pacientes pediátricos

Esse medicamento não deve ser utilizado por menores de 18 anos de idade.

Uso em pacientes idosos

Embora haja alteração na resposta em pacientes mulheres de meia idade e idosas, elas não foram significativas a ponto de justificar uma dosagem especial.

Interação do Cymbi com outros remédios

O médico deve sempre ser avisado caso o paciente esteja fazendo uso de algum medicamento, principalmente os citados a seguir:

  • Antidepressivos tricíclicos (ATCs)
  • Inibidores da enzima CYP1A2 (fluvoxamina e antibióticos a base de quinolona)
  • Medicamentos metabolizados pela enzima CYP2D6 (desipramina e tolterodina)
  • Inibidores da enzima CYP2D6 (paroxetina)
  • Medicamentos com atividade serotoninégica (inibidores seletivos da recaptação de serotonina, inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina,
    triptanos ou tramadol),
  • Medicamentos com ação no sistema nervoso central
  • Medicamentos que sejam
    altamente ligados às proteínas presentes no sangue.

Sempre converse com o médico para ter mais informações sobre essa classe de medicamento caso o que você está tomando possa gerar interação com o cloridrato de
duloxetina.

Além disso deve-se evitar a ingestão de álcool visto o aumento do dano às habilidades motora e mental.

Com antiácidos e antagonistas H2 é preciso cautela na administração concomitante com essa sustância, exceto aquelas antiácidos com magnésio, com famotadina ou alumínio.

Os eventos adversos ocorrem com maior frequência quando Cymbi e administrado concomitantemente com fitoterápicos que contenham Hypericum perforatum (Erva de São João).

Sempre informe ao médico caso esteja fazendo uso de qualquer medicamento, mesmo aqueles que não exijam a apresentação de receita médica.

Cymbi Preço

Cloridrato e Duloxetina genérico Cymbi

Para comprar esse produto é necessária a apresentação de receita médica C1 branca de 2 vias. O seu preço pode variar de acordo com a região na qual você se encontra. Bem como se você vai comprar o produto referência ou o seu genérico. Visto que a segunda opção costuma ser mais barata.

No entanto, na internet, a caixa com 30 cápsulas de Cymbi de 30 mg pode ser encontrada por valores entre R$ 73 e R$ 84 reais.

Cymbi Genérico

Para encontrar o genérico desse medicamento, basta ir até a farmácia mais próxima e solicitar ao farmacêutico pelo princípio ativo da fórmula de Cymbi. O Cloridrato de Duloxetina, produzido por diversos outros laboratórios.

Vale lembrar que é importante observar se a concentração do medicamento genérico confere com a do medicamento referência.

 

Pronto, agora você já sabe um pouco mais sobre Cymbi, suas indicações, precauções e demais detalhes importantes da bula.